Dia internacional da Síndrome de Down: A alegria da diferença

Data de publicação: 9 Abril 2019

Artistas portadores de Síndrome de Down em frente ao prédio das Nações Unidas em Genebra (21 de março de 2019).

Em Genebra, aconteceu a vigésima primeira sessão do comitê de direitos humanos das pessoas com necessidades especiais (11 de março a 5 de abril de 2019).

Em um lindo dia ensolarado (21 de março de 2019), a sede das Nações Unidas em Genebra foi “invadida” por um grupo de crianças e adolescentes (com seus acompanhantes) que foram até lá para expressar sua alegria de viver e (sem considerar suas situações) e dar testemunho daquela alegria. Alguns jovens apresentaram de forma espontânea performances musicais.

Por quê este dia? Este dia foi escolhido na tentativa de mudar a maneira como as pessoas enxergam a Síndrome de Down, para transformar estas diferenças (que geralmente distanciam essas pessoas de atividades normais da sociedade: escola, educação superior,etc) em uma riqueza/presente.

Mais especificamente, esta celebração tem como intuito resgatar a consciência pública sobre esta deficiência, para defender os direitos destes indivíduos que possuem Síndrome de Down e com “ um extra cromossomo do amor” para afirmar a inclusão dessas pessoas em nosso meio. O objetivo é informar as pessoas sobre essa doença ( muitas vezes mal interpretada e além do mais todo ano responsável por muitos abortos).

Na quadragésima sessão da comissão dos direitos humanos a seguinte resolução foi aprovada:A/HRC/40/L.20/Rev.1 – Direitos da criança: empoderar crianças com deficiência para aproveitarem seus direitos humanos, inclusive através da educação inclusiva. Ficou também decidido que no próximo encontro deste grupo será discutido o tema: Alcançar os direitos das crianças em um ambiente saudável.

Recentemente, a irmã Monique, FC (membro da comunidade das Filhas da Caridade) e Marie-François Salesiani-Payet ( membro da Sociedade São Vicente de Paulo) tem participado assiduamente em conferências com esta temática organizada pelas Nações Unidas e agências não governamentais das Nações Unidas.

Em 2018, elas, juntamente com Julien Spiewak ( também membro da Sociedade São Vicente de Paulo) apoiaram um evento paralelo organizado pela nunciatura apostólica e a Fundação Lejeune (França).

A data de 21 de março, foi escolhida inteligentemente no ano de 2005 pela Associação de Pesquisa Francesa Trissonomia 21 (l’Association Française pour la Recherche sur la Trisomie 21) criada em 1990. O número “21” se refere ao nome da doença (Trissonomia 21),  e o “3” (Março) se refere a presença do terceiro cromossomo.

 

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